A teoria do não-objeto de Ferreira Gullar refere-se a designação de um objeto negativo ou algo que não esteja dentro de nada que seja usual e comum . O não-objeto não é um antiobjeto mas um objeto especial em que se pretende realizada a síntese de experiências sensoriais e mentais: um corpo transparente ao conhecimento fenomenológico, integralmente perceptível, que se dá à percepção sem deixar resto. Uma pura aparência.
Afinal, pode-se definir, de fato, o que é um "não objeto?"
Acredito que seja algo indefinível, sobretudo, por não possuir forma espacial, volumetria ou qualquer outro tipo de conceito enrijecido que estamos acostumados quando se trata de objetos.

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