No texto, Flusser sugere que os objetos possuem finalidades existenciais para além da relação deles com a humanidade. A forma como o texto foi escrito e como os objetos são colocados dentro de um universo lúdico de "independência" nos leva à discussões que estão fora do nosso cotidiano, dois pontos que chamam atenção são: ao trazer a animação, os objetos tomam características humanas e uma das falas, acabam deixando transparecer uma certa prepotência ao sugerir que a forma como o ser humano se posiciona no mundo deve-se ao fato de, segundo um mito, termos nascido de um objeto(o barro), e, portanto, precisamos constantemente reafirmar nossa posição de superioridade. Ao relatar isso, o autor resgata uma forte característica humana para os personagens, a arrogância, o que os torna cada vez mais próximos de nós. Outro ponto é inversão da relação de subalternidade homem e objeto, quando as personas sugerem que na verdade o homem vive à mercê dos objetos.
Blog destinado aos meus trabalhos de Arquitetura e urbanismo

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